Minibio
Originário de Vitória de Santo Antão, mesoregião da zona da mata de Pernambuco, vive e trabalha em Recife. É artista transensorial e em sua produção investiga o gozo da memória viva como cosmologia de combate narrativo a monoculturas de fabulação, através de uma poética do ruído e hibridez em esculturas de vestimenta em aço, performance, pinturas com geotinta e
pirografia.
FICHA TÉCNICA
Local de produção da obra: Várzea do Capibaribe, bairro da Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Pernambuco,
Brasil.
Título da obra: Escapei de lazytown 1 e 2.
Ano de criação: 2025
Artista / Autoria: silè.
Fotografia: abruna gonzaga.
Técnica / Meio: fotografia digital.
Descrição Conceitual: Na fotoperformance, uma criatura brinca com limites, flertando com a plástica de forças ditas hiper rígidas como muros de concreto, a gravidade e expressão de gênero e inserção de corpos estranhos em espaços institucionais, curiosidade despertada após simbiose com a “inocência indomável”, objeto na mão da criatura, vestida como um anel.
Descrição formal: Na fotografia 1 aparece uma criatura de corpo pardo, cabelo rosa liso e o rosto coberto por uma máscara de barro e metal. a criatura está suspensa, de ponta cabeça, e segura-se pelos braços e pernas em um muro de concreto. Na segunda imagem na imagem se vê a mesma criatura de corpo pardo, cabelo rosa liso, agora se vê o bigode, o rosto coberto por uma máscara de barro e metal. Usa 2 correntes prateadas no pescoço, uma luva azul e um anel metálico no dedo do meio. a criatura aparece de perto e está sobre o muro, quase atravessando ao outro lado, sua expressão é serena.
FICHA TÉCNICA
Local de produção da obra: Várzea do Capibaribe, bairro da Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Pernambuco,
Brasil.
Título da obra: Escapei de lazytown 1 e 2.
Ano de criação: 2025
Artista / Autoria: silè.
Fotografia: abruna gonzaga.
Técnica / Meio: fotografia digital.
Descrição Conceitual: Na fotoperformance, uma criatura brinca com limites, flertando com a plástica de forças ditas hiper rígidas como muros de concreto, a gravidade e expressão de gênero e inserção de corpos estranhos em espaços institucionais, curiosidade despertada após simbiose com a “inocência indomável”, objeto na mão da criatura, vestida como um anel.
Descrição formal: Na fotografia 1 aparece uma criatura de corpo pardo, cabelo rosa liso e o rosto coberto por uma máscara de barro e metal. a criatura está suspensa, de ponta cabeça, e segura-se pelos braços e pernas em um muro de concreto. Na segunda imagem na imagem se vê a mesma criatura de corpo pardo, cabelo rosa liso, agora se vê o bigode, o rosto coberto por uma máscara de barro e metal. Usa 2 correntes prateadas no pescoço, uma luva azul e um anel metálico no dedo do meio. a criatura aparece de perto e está sobre o muro, quase atravessando ao outro lado, sua expressão é serena.