Minibio
Travesti e artista transdisciplinar. Pesquisadora e Doutoranda em Letras na Universidade Federal
do Paraná. Trabalha acadêmica e artisticamente com epistemologia trans, transancestralidade,
memória trans brasileira e estudos da linguagem.
FICHA TÉCNICA
Local de produção da obra: Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.
Título da obra: Tecnologias de (auto)proteção
Ano de criação: 2026
Artista / Autoria: Ronna Freitas de Oliveira
Fotografia: Ronna Freitas de Oliveira
Técnica / Meio: Fotografia digital
Descrição Conceitual: O que significa ocupar espaços institucionais, que foram sistematicamente planejados para que não tivéssemos nosso lugar lá? Como uma travesti brasileira migrante, com residência temporária em Portugal como pesquisadora na Universidade de Coimbra, venho pensar em estratégias transancestrais necessárias para garantir esta ocupação. A prática da desobediência, da recusa pela compreensão completa e do traquejo-epistêmico-travesti seguem sendo ferramentas fundamentais para garantir minha proteção e circulação neste espaço.
Descrição formal: Série de três fotos. A primeira delas conta com uma parede de pedra ao fundo, levemente desgastada, moldada em formato de uma moldura, com uma fotografia analógica ao centro. A fotografia é da artista, uma travesti, de pele branca e cabelos pretos, vestindo um top rendado e uma camiseta preta por cima. A foto é apenas de busto. Há um desenho de caneta sobre a foto, de uma balaclava, e um desenho que brinca com o símbolo trans no peito. A segunda delas é na mesma moldura de pedra, mas agora com três fotografias analógicas, sendo a mesma fotografia. No centro, há uma fotografia um pouco maior da artista, sem nenhuma rasura. Ao lado esquerdo, na parte superior da foto maior, está a mesma foto da obra anterior. Logo acima da foto maior, está uma foto de ponta cabeça, levemente rasurada, como se estivesse apagando, dando uma sensação de borrão. A última da série é no mesmo fundo de moldura, agora apenas a foto rasurada que estava de ponta cabeça na imagem anterior, centralizada e virada para o lado correto.
FICHA TÉCNICA
Local de produção da obra: Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.
Título da obra: Tecnologias de (auto)proteção
Ano de criação: 2026
Artista / Autoria: Ronna Freitas de Oliveira
Fotografia: Ronna Freitas de Oliveira
Técnica / Meio: Fotografia digital
Descrição Conceitual: O que significa ocupar espaços institucionais, que foram sistematicamente planejados para que não tivéssemos nosso lugar lá? Como uma travesti brasileira migrante, com residência temporária em Portugal como pesquisadora na Universidade de Coimbra, venho pensar em estratégias transancestrais necessárias para garantir esta ocupação. A prática da desobediência, da recusa pela compreensão completa e do traquejo-epistêmico-travesti seguem sendo ferramentas fundamentais para garantir minha proteção e circulação neste espaço.
Descrição formal: Série de três fotos. A primeira delas conta com uma parede de pedra ao fundo, levemente desgastada, moldada em formato de uma moldura, com uma fotografia analógica ao centro. A fotografia é da artista, uma travesti, de pele branca e cabelos pretos, vestindo um top rendado e uma camiseta preta por cima. A foto é apenas de busto. Há um desenho de caneta sobre a foto, de uma balaclava, e um desenho que brinca com o símbolo trans no peito. A segunda delas é na mesma moldura de pedra, mas agora com três fotografias analógicas, sendo a mesma fotografia. No centro, há uma fotografia um pouco maior da artista, sem nenhuma rasura. Ao lado esquerdo, na parte superior da foto maior, está a mesma foto da obra anterior. Logo acima da foto maior, está uma foto de ponta cabeça, levemente rasurada, como se estivesse apagando, dando uma sensação de borrão. A última da série é no mesmo fundo de moldura, agora apenas a foto rasurada que estava de ponta cabeça na imagem anterior, centralizada e virada para o lado correto.
FICHA TÉCNICA
Local de produção da obra: Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.
Título da obra: Tecnologias de (auto)proteção
Ano de criação: 2026
Artista / Autoria: Ronna Freitas de Oliveira
Fotografia: Ronna Freitas de Oliveira
Técnica / Meio: Fotografia digital
Descrição Conceitual: O que significa ocupar espaços institucionais, que foram sistematicamente planejados para que não tivéssemos nosso lugar lá? Como uma travesti brasileira migrante, com residência temporária em Portugal como pesquisadora na Universidade de Coimbra, venho pensar em estratégias transancestrais necessárias para garantir esta ocupação. A prática da desobediência, da recusa pela compreensão completa e do traquejo-epistêmico-travesti seguem sendo ferramentas fundamentais para garantir minha proteção e circulação neste espaço.
Descrição formal: Série de três fotos. A primeira delas conta com uma parede de pedra ao fundo, levemente desgastada, moldada em formato de uma moldura, com uma fotografia analógica ao centro. A fotografia é da artista, uma travesti, de pele branca e cabelos pretos, vestindo um top rendado e uma camiseta preta por cima. A foto é apenas de busto. Há um desenho de caneta sobre a foto, de uma balaclava, e um desenho que brinca com o símbolo trans no peito. A segunda delas é na mesma moldura de pedra, mas agora com três fotografias analógicas, sendo a mesma fotografia. No centro, há uma fotografia um pouco maior da artista, sem nenhuma rasura. Ao lado esquerdo, na parte superior da foto maior, está a mesma foto da obra anterior. Logo acima da foto maior, está uma foto de ponta cabeça, levemente rasurada, como se estivesse apagando, dando uma sensação de borrão. A última da série é no mesmo fundo de moldura, agora apenas a foto rasurada que estava de ponta cabeça na imagem anterior, centralizada e virada para o lado correto.