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Georgi Andres

    Minibio

    Georgi é um corpo transmasculino não-binário que habita zonas de passagem entre o íntimo e o coletivo, o visível e o velado. Sua prática transdisciplinar atravessa performance, imagem, objeto e gesto, onde pele, memória e desejo se reconfiguram. Formado em arquitetura, constrói cenários vivos de transição e resistência, ativando o corpo como ritual, manifesto e espaço de reinvenção.

    FICHA TÉCNICA

    Local de produção da obra: Centro de Florianópolis, Santa Catarina, Brasil 

    Título da obra: Liberdade

    Ano de criação: 2025

    Artista / Autoria: Georgi Andres

    Fotografia: Ciber_org

    Técnica / Meio: fotografia digital

    Descrição Conceitual: Liberdade é uma performance situada que articula corpo trans, espaço urbano e disputa simbólica. Ao reencenar a iconografia da Estátua da Liberdade em frente ao Ambulatório Trans do SUS e a uma unidade da Havan, a obra tensiona narrativas de patriotismo, saúde pública e mercado. O corpo do artista ocupa o lugar da monumentalidade ausente, afirmando a existência trans como gesto político.

    Descrição formal: Tríptico com fotografias coloridas em plano aberto mostram uma pessoa transmasculina em pé sobre uma 3T na calçada, em frente à fachada branca de uma loja Havan, cujo logotipo azul aparece em destaque ao fundo. O artista está com o peito coberto por uma tape bege, usa calça jeans e tem um bandeira do brasil nas cores da bandeira trans preso à cintura. Com o braço direito erguido, segura um dildo rosa, enquanto com o braço esquerdo sustenta uma placa retangular em epóxi amarelo translúcida. Na cabeça, usa uma coroa circular composta

    FICHA TÉCNICA

    Local de produção da obra: Centro de Florianópolis, Santa Catarina, Brasil 

    Título da obra: Liberdade

    Ano de criação: 2025

    Artista / Autoria: Georgi Andres

    Fotografia: Ciber_org

    Técnica / Meio: fotografia digital

    Descrição Conceitual: Liberdade é uma performance situada que articula corpo trans, espaço urbano e disputa simbólica. Ao reencenar a iconografia da Estátua da Liberdade em frente ao Ambulatório Trans do SUS e a uma unidade da Havan, a obra tensiona narrativas de patriotismo, saúde pública e mercado. O corpo do artista ocupa o lugar da monumentalidade ausente, afirmando a existência trans como gesto político.

    Descrição formal: Tríptico com fotografias coloridas em plano aberto mostram uma pessoa transmasculina em pé sobre uma 3T na calçada, em frente à fachada branca de uma loja Havan, cujo logotipo azul aparece em destaque ao fundo. O artista está com o peito coberto por uma tape bege, usa calça jeans e tem um bandeira do brasil nas cores da bandeira trans preso à cintura. Com o braço direito erguido, segura um dildo rosa, enquanto com o braço esquerdo sustenta uma placa retangular em epóxi amarelo translúcida. Na cabeça, usa uma coroa circular composta

    FICHA TÉCNICA

    Local de produção da obra: Centro de Florianópolis, Santa Catarina, Brasil 

    Título da obra: Liberdade

    Ano de criação: 2025

    Artista / Autoria: Georgi Andres

    Fotografia: Ciber_org

    Técnica / Meio: fotografia digital

    Descrição Conceitual: Liberdade é uma performance situada que articula corpo trans, espaço urbano e disputa simbólica. Ao reencenar a iconografia da Estátua da Liberdade em frente ao Ambulatório Trans do SUS e a uma unidade da Havan, a obra tensiona narrativas de patriotismo, saúde pública e mercado. O corpo do artista ocupa o lugar da monumentalidade ausente, afirmando a existência trans como gesto político.

    Descrição formal: Tríptico com fotografias coloridas em plano aberto mostram uma pessoa transmasculina em pé sobre uma 3T na calçada, em frente à fachada branca de uma loja Havan, cujo logotipo azul aparece em destaque ao fundo. O artista está com o peito coberto por uma tape bege, usa calça jeans e tem um bandeira do brasil nas cores da bandeira trans preso à cintura. Com o braço direito erguido, segura um dildo rosa, enquanto com o braço esquerdo sustenta uma placa retangular em epóxi amarelo translúcida. Na cabeça, usa uma coroa circular composta

    COMO CITAR O MUTHA?

    O MUTHA é uma obra artística e um projeto científico autoral de Ian Guimarães Habib. Por esse motivo, o MUTHA deve ser citado junto de sua autoria, a partir da seguinte obra:

    HABIB, Ian Guimarães. Corpos Transformacionais: a transformação corporal nas artes da cena. São Paulo: Ed. Hucitec, 2021.