Loren Minzú (1999), nascide no território São Gonçalo, é graduande em Artes pela Universidade Federal Fluminense e atua no campo das artes visuais, performance e cinema. Ficciona através da desarticulação, rearticulação e relação entre elementos para pensar as categorias que atravessam tempo-corpo-espaço e suas instrumentalizações políticas.

Vídeoarte
Material: Marreta e ponteiro
Duração: 00:53:55 minutos
Ano: 2020
Processo arqueológico feito no território onde nasci, Pita/SG – RJ. Escavo camada de asfalto à procura das pedras paralepípedas que compunham a rua de minha memória. Tento retirar a pedra, buscando a camada de tempo anterior à minha existência. Negocio o desejo de transcender a temporalidade de minha corpa com a pedra, que resiste. Entrego então, a possibilidade de disrupção ao sistema daquele espaço através do espelho, que reflete o céu sobre a escavação.

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Duração: 00:53:55 minutos
Ano: 2020
Processo arqueológico feito no território onde nasci, Pita/SG – RJ. Escavo camada de asfalto à procura das pedras paralepípedas que compunham a rua de minha memória. Tento retirar a pedra, buscando a camada de tempo anterior à minha existência. Negocio o desejo de transcender a temporalidade de minha corpa com a pedra, que resiste. Entrego então, a possibilidade de disrupção ao sistema daquele espaço através do espelho, que reflete o céu sobre a escavação.

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Duração: 00:53:55 minutos
Ano: 2020
Processo arqueológico feito no território onde nasci, Pita/SG – RJ. Escavo camada de asfalto à procura das pedras paralepípedas que compunham a rua de minha memória. Tento retirar a pedra, buscando a camada de tempo anterior à minha existência. Negocio o desejo de transcender a temporalidade de minha corpa com a pedra, que resiste. Entrego então, a possibilidade de disrupção ao sistema daquele espaço através do espelho, que reflete o céu sobre a escavação.

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Processo arqueológico feito no território onde nasci, Pita/SG – RJ. Escavo camada de asfalto à procura das pedras paralepípedas que compunham a rua de minha memória. Tento retirar a pedra, buscando a camada de tempo anterior à minha existência. Negocio o desejo de transcender a temporalidade de minha corpa com a pedra, que resiste. Entrego então, a possibilidade de disrupção ao sistema daquele espaço através do espelho, que reflete o céu sobre a escavação.
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